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quinta-feira

PICOLINATO DE CROMO




Picolinato de cromo é um suplemento dietético que pode ser útil em inibir o apetite e vontades. Adicionalmente, tem demonstrado um crescimento no músculo e ajuste da gordura simultaneamente. Se tomado junto com exercício e como a parte de uma dieta que controla as calorias, os resultados podem ser proeminente.

Picolinato de cromo é conhecido como a melhor fonte de cromo. O cromo é um mineral que é essencial para a produção de insulina do corpo. Pesquisas mostram que o cromo é uma parte essencial de nossa dieta. O picolinato de cromo pode ter muitos resultados benéficos quando suplementado. Realça o efeito da insulina no corpo, melhorando o recebimento da glicose, desse modo causando uma melhor circulação do sangue e manutenção dos níveis de açúcar no sangue. A evidência suporta também a habilidade do cromo como um lutador contra o colesterol e o aterosclerose. Ganhar energia, queimar gordura, e construir músculo com maior facilidade tudo isso é atribuído ao cromo, só para nomear alguns fatos. Ajuda o corpo a perder peso ajudando o construir músculos para substituir a gordura. Diminuir a gordura do corpo e aumentar a massa magra do corpo são somente algumas das propriedades positivas que o picolinato de cromo exibe no corpo. A pesquisa mostra também que o suplemento tem alguns efeitos retardados pela idade e pode conseqüentemente aumentar a extensão da vida.

Houveram estudos numerosos que foram feitos, e mostraram que o picolinato de cromo faz a insulina mais efetiva, desse modo abaixando o colesterol, melhorando níveis de açúcar no sangue, e melhorando a composição total do corpo. Abaixo, encontrar á o resumo de um estudo marcante.

Em um estudo prévio pelos mesmos pesquisadores, 180 indivíduos com Diabete do tipo 2, demonstraram melhoras significativas na glicose, na insulina e no colesterol após terem tomado dos suplemento de picolinato de cromo.









domingo

Alimentos Alcalinos

Aumentar a ingestão de alimentos alcalinos, diminui a acidez do sangue, um fator importante na cura de qualquer doença.

  • Sal marinho, alho, orégano, alecrim
  • Limão, lima, castanha de caju, lentilha
  • Azeitonas verdes, aipo, abóbora
  • Rabanete, couve , melão, especialmente o laranja
  • Brócolis, repolho, maçã, mamão, kiwi
  • Chá verde e outros chás de ervas
  • Damasco, uva passa, amêndoas
  • ameixa e algas marinhas.

A ingestão destes alimentos está especialmente indicada em casos de acidez no estômago causada por má alimentação, uso de medicamentos ou qualquer outro motivo que provoque os sintomas de gastrite. Uma alimentação alcalina evita que o sangue torne-se muito ácido, o que diminui o desenvolvimento de uma série de doenças.
Para prevenir-se das doenças e ter um corpo mais em forma recomenda-se o equilíbrio na alimentação, que deve conter alimentos alcalinos, ácidos e neutros, em iguais proporções. Portanto, não deve-se encher o prato só de azeitonas, o ideal é que elas estejam presente sim, mas em quantidade moderada, cerca de 5 já são suficientes para um prato de salada crua... Fonte



E são alcalinizantes todas as frutas frescas, secas, folhas verdes, legumes, raízes, painço, amêndoas, pistache, melaço de cana, couve-flor crua, milho verde, abobrinha sem agrotóxico, ameixa preta, banana-passa, damasco, uva-passa, manga seca, pera seca, figo seco, quiabo, chuchu ralado cru (a gosma é alcalina).

Amêndoas, avelã, azeite de oliva extravirgem, castanha-da-índia, óleo de gergelim prensado a frio, pinha, sementes de abóbora, sementes de gergelim e sementes de girassol são alimentos neutros. FONTE 
 
 
 
Uma dieta desequilibrada tende a acidificar o sangue e os tecidos do corpo, levando, por exemplo, à perda da imunidade, ao câncer e à desmineralização óssea. A falta de reservas alcalinas ou a hipoalcalinidade também é a causa de reumatismo, das condições de artritismo e de tantas outras doenças.

Alguns sintomas do excesso de acidez: baixa energia, fadiga crônica, excesso de produção de muco (catarro), congestão nasal, resfriados frequentes, gripes e infecções, nervosismo constante, estresse (acidose), ansiedade, irritabilidade, agitação, unhas fracas, cabelo seco, pele seca, formação de cistos, ovários policísticos, cistos mamários benignos, dores de cabeça, dores articulares, artrite, neurite, dor muscular, câimbras, gastrite, indigestão ácida e cálculos biliares (sistema acidificado que não é tratado bioquimicamente – equilíbrio do ácido-básico).

Nossa saúde depende do correto equilíbrio entre os ácidos e alcalinos de nosso corpo. O estômago tem que ser ácido para digerir a proteína. O intestino delgado tem que ser alcalino para que seu processo digestivo possa ocorrer. Da mesma forma, o sangue tem que ser 80% alcalino e 20% ácido.

Para equilibrar nosso organismo, temos que equilibrar nosso regime alimentar comendo diariamente 80% de alimentos alcalinos e 20% de alimentos acidificantes ou acidóticos. Isso não é simplesmente uma questão do pH do alimento, mas do pH das cinzas do alimento após ter sido metabolizado. Por exemplo, a laranja, que fora do organismo tem um pH ácido, é formadora de alcalinidade porque deixa cinzas alcalinas no final de todo o metabolismo.

O excesso de acidez, ou melhor, a falta de alcalinidade nos traz uma sensação de que a vida é vivida com grande esforço. Quando se tem muita acidez no corpo, os nervos ficam à flor da pele. Ao equilibrarmos o regime com 80% e 20%, teremos uma sensação de continuidade ou fluidez da vida, que se leva com maior facilidade.

A acidez leva à dor, à doença e à morte, enquanto a alcalinidade leva a uma melhor saúde e à longevidade. FONTE





O ÁCIDO E O ALCALINO


 O EQUILÍBRIO ENTRE O ÁCIDO E O ALCALINO


Todos os alimentos provocam uma reação acidificante ou alcalinizante em nosso organismo. Uma alimentação equilibrada à base de vitaminas e sais minerais garante a alcalinidade de nosso sangue. Consumir alimentos em quantidade maior, que produzam uma reação alcalina em nosso organismo, é um dos segredos fundamentais na manutenção da vida. Por isso, frutas, verduras, legumes e, de preferência, cruas são mais saudáveis. O segredo da vida está em manter o equilíbrio entre o ácido e o alcalino.
O corpo vivo é sempre ligeiramente alcalino, e se os tecidos se tornam ácidos, ainda que levemente, sobrevem a morte. O excesso de ácido põe em perigo a saúde e a vida. Todos os resíduos do corpo são ácidos que devem ser eliminados sem demora.
Há equilíbrio ácido-básico quando a acidez do sangue está equilibrada, isto é, 7,4 por termo médio. O pH estará em ótimas condições quando houver uma boa função dos órgãos da pele, rins e intestinos e houver uma alimentação equilibrada em alimentos acidificantes e basificantes. Os sais minerais são os responsáveis pelas modificações do pH, isto é, funcionam como poderosos agentes na manutenção da vida, promovendo o equilíbrio entre o ácido e o alcalino. Promovem a alcalinidade: cálcio, magnésio, zinco, ferro, sódio, potássio e manganês. Agem como acidificantes: fósforo, enxofre, cloro, iodo, bromo, flúor, cobre e silício. Somente o equilíbrio pode trazer saúde. 

Ocorre uma acidose quando houver diminuição da reserva alcalina do plasma sanguíneo ou excesso de produção de ácidos, o que traz conseqüências sérias para a saúde. Ocorre uma alcalose quando houver um aumento da reserva alcalina ou perda excessiva de ácidos.
O uso excessivo de alimentos acidificantes, sejam de origem animal ou vegetal, sem a combinação de alimentos basificantes (neutralizantes), levam a uma acidose, isto é, ao desequilíbrio ácido-básico.

Na acidose temos: reumatismo, gota, artrite, diabetes, hepatites, problemas renais, prisão de ventre... Na verdade, um metabolismo ácido é porta aberta para todas as enfermidades, inclusive o câncer.

Na alcalose temos: astenia (debilidade nervosa), asma, tetania, epilepsia....

Quando alguém sofre de hiperacidez e desmineralização, não basta conhecer a relação alimento/saúde. É preciso conhecer os alimentos quanto ao seu teor ácido/básico (alcalino). Infelizmente, as tabelas por enquanto conhecidas, apenas se referem às pessoas com sistema metabólico intacto, são, portanto, completamente inúteis para as pessoas com problemas ácido/básicos. O efeito ácido ou básico de algum alimento em nosso organismo, é constatado pelo pH da urina, pois ela elimina o excesso de acidez ou alcalinidade. Se a refeição for muito ácida, a urina se torna ácida, mas se for alcalina o pH sobe, indicando alcalinidade.

Dever-se-ia, pois, supor que os alimentos agem diretamente sobre o pH da urina tornando-a ácida ou alcalina. Todavia não é o que acontece. Em certas pessoas sobe o pH e diminui a acidez da urina ao consumirem alimentos ácidos – exatamente o oposto do processo teórico, no qual a urina alcalina denota um organismo alcalino e a ácida indica superacidez no corpo. Essa contradição é devida ao fato de que um metabolismo alterado administra os ácidos de um modo diferente do que ocorre num metabolismo sadio.

 Quando um metabolismo sadio ingere frutas ácidas ou suco de limão, os ácidos se oxidam e liberam os minerais básicos da fruta. Nesse caso as frutas ou o suco tem reação positiva, produzindo um pH alcalino. No entanto, nas pessoas com metabolismo alterado os ácidos não oxidam nem se transformam. Continuam no corpo como ácidos. O pH básico na urina, nesse caso, não provém das frutas mas da reação que causam provocando alcalinização do pH às custas dos tecidos do corpo. Esse processo também alcaliniza a urina, mas ocorre às custas dos minerais do corpo, causando desmineralização.
O metabolismo de cada pessoa é responsável pela acidificação ou alcalinização do pH. Por isso, as tabelas alimentares que indicam o pH (alcalinidade ou acidez) são apenas validas para as pessoas com um metabolismo perfeito. São exatamente elas que não precisam dessas listas, visto não terem problemas com o pH.

As pessoas com metabolismo alterado podem encontrar aqui informações capazes de influenciar positivamente sua saúde. As tabelas sobre alimentos acidificantes ou alcalinizantes demonstram esse efeito em cada organismo. Mas os alimentos classificados como ácidos, ao contrário, só aumentam a acidez nos organismos com metabolismo alterado, doente (incapaz de oxidar os ácidos para liberar os álcalis neles contidos). Nas demais pessoas (com metabolismo perfeito) o efeito é exatamente o oposto: fornecem elementos básicos e minerais.

Não podemos negar: também nossos sentimentos, emoções, adrenalina podem afetar o equilíbrio ácido-básico. Sentimentos de raiva, ciúme, inveja, ódio, cólera, mentira, gula, preguiça, situações de estresse, pensamentos críticos (apimentados com recheio de vingança), possuem negativas possuem a capacidade de alterar o metabolismo e aumentar a acidificação do organismo. Por outro lado, sentimentos e emoções e serotoninas em harmonia, revelam um metabolismo com tendência alcalinizante. Cultivar amizades, compaixão, altruísmo, compreensão, bom humor, o cultivo do belo e da religião, a vivencia do amor, do positivo, da verdade nutrem a alcalinidade do nosso sangue.

ALIMENTOS ACIDIFICANTES
 –
QUE ACIDIFICAM O SANGUE

Em si, os alimentos acidificantes não contêm ácidos (são alcalinos), mas produzem substancias ácidas no processo digestivo bem como na absorção e metabolismo das células. Trata-se de um processo natural e inevitável que ocorre tanto nas pessoas sensíveis à acidez quanto nas demais. Estes alimentos são denominados como “acidificantes”. É o caso das carnes: sua digestão e transformação da albumina (proteína) produz, irremediavelmente ácidos, sendo o ácido úrico o mais conhecido.
A maioria dos alimentos acidificantes está na base de nossa nutrição. Não basta evitá-los porque produzem acidez, pois precisamos equilíbrio. É preciso limitar seu consumo para que não aconteça um desequilíbrio.

Eis alguns alimentos acidificantes: carnes, peixes, aves, ovos, lacticínios e derivados (na verdade todos os produtos de origem animal produzem acidez); toda gordura animal e todos os óleos refinados; os cereais, mesmo os integrais e produtos feitos com eles; açúcar e doces; chocolate; leguminosas: feijão, lentilha, grão de bico, ervilha seca; oleaginosas: nozes, castanha de caju; café; chá preto; cacau; refrigerantes, todas as bebidas alcoólicas.


ALIMENTOS ÁCIDOS

Os alimentos ácidos contêm muitas substancias ácidas, facilmente notadas no sabor. Alimentos ácidos podem produzir acidez ou alcalinidade de acordo com o funcionamento metabólico do consumidor. Pessoas sensíveis devem ter muito cuidado com esses alimentos, porque se transformam em ácidos. 

ALIMENTOS ÁCIDOS: soros velhos ( iogurte; coalhada, kefir...); frutas verdes (quanto mais verdes tanto mais ácidas); frutas ácidas: abacaxi, acerola, kiwi, uva; frutas cítricas: limão, laranja, bergamota...

hortaliças ácidas: tomate, ruibarbo, agrião; as maçãs possuem todas ácidos, algumas mais outras menos; chucrute; mel; vinagre; bebidas doces industrializadas.
Todos estes alimentos contêm numerosos ácidos e podemos identificá-los pelo sabor ácido. Contudo a presença do açúcar, em determinados produtos, como o mel, podem mascarar o sabor ácido. O mesmo acontece com as bebidas industrializadas que podem ser muito ácidas. Acrescentar açúcar ao suco de laranja ou limão, não diminui sua acidez, apenas mascara. 

O teor de acidez de uma espécie de fruta varia bastante de um tipo para outro. O grau de amadurecimento também é importante. Quanto mais verde, tanto mais ácida. Com o amadurecimento diminui a acidez e aumenta a doçura. As frutas que amadurecem na planta tem menos acidez do que as amadurecidas em estufas.
A banana é a única exceção, mas as outras frutas tem mais ou menos acidez, mesmo quantidades pequenas, se não forem neutralizadas, causam hiperacidez no organismo.
Os sucos das frutas geralmente são geralmente mais ácidos do que as próprias frutas. Primeiro, porque na forma de sucos concentrados se ingere muito mais do que comendo as frutas. Segundo, porque parte dos minerais permanecem no bagaço das frutas prensadas. Assim o açúcar que colocamos no suco mascara a acidez mas contribui na formação de acidez no corpo.

O mel contem muitos ácidos e, por isso, deve ser usado com moderação. O aforisma: “um alimento só pode ser avaliado no relacionamento com o trato digestivo com o qual entra em contato” é especialmente verdadeiro no que diz respeito ao teor ácido/base. Por isso, na lista dos alimentos alcalinizantes – o soro, o suco de limão, o tomate etc – não são incluídos, o que normalmente se faz. Trata-se aqui do caráter ácido do produto e não do efeito básico que eventualmente ocorre durante o processo metabólico que neutraliza e elimina a acidez. O problema é que nem todos os organismos conseguem eliminar adequadamente a acidez. Por isso, esses alimentos são acidificantes nos organismos com metabolismo alterado ou doente.

Podemos considerar alguns fatores que influenciam o metabolismo:

1 – A QUANTIDADE CONSUMIDA: quanto maior a quantidade de alimentos ácidos ou acidificantes que ingerirmos, tanto maior será o aporte de ácidos.

2 – A FREQÜÊNCIA DO CONSUMO: quanto mais vezes consumirmos ácidos, tanto mais o organismo precisa liberar bases e reservas minerais do corpo para regular o pH. O corpo consegue neutralizar um eventual consumo de alimentos muito ácidos, mas repetindo-o seguidamente, ele se esgota (desmineraliza).

3 – O HORÁRIO DO CONSUMO: como a hiperacidez se relaciona com perturbação do metabolismo, ou com a capacidade do corpo em metabolizar determinadas substancias, é preciso saber se isto se processa pela manhã ou à noite. Com certas pessoas o organismo demora horas, após o despertar, até que esteja em forma para funcionar corretamente. Quem come frutas de manhã cedo ou, pior ainda, toma sucos quando o “motor” ainda não esquentou, sentirá mais trabalho para digerir esses ácidos do que se as comer de tarde ou noite (antes da chegada do cansaço – sono). Contrariamente à opinião geral, não é verdade que para todos é bom um suco de laranja ou limão pela manhã, por causa da vitamina C (aliás, laranja e limão levam a fama da vitamina C, mas possuem muito menos que o camu-camu, acerola, caju, goiaba, kiwi, mamão, morango). Por este motivo é mais fácil eliminar os ácidos no verão, quando faz calor e há sol, do que no frio do inverno; e são mais facilmente metabolizados quando estamos calmos e descansados em vez de estressados ou irritados.

4 – O EQUILIBRIO ÁCID-BÁSICO (pH) NA ALIMENTAÇÃO: Hipócrates dizia: “Os alimentos e bebidas que ingerimos regulam os humores do corpo e se equilibram entre si”. Se consumirmos na mesma refeição alimentos ácidos e alcalinos, eles NE neutralizam entre si e o corpo não precisa gastar as suas reservas. Por exemplo: a batatinha neutraliza a albumina de verduras cruas ou cozidas. Mas se comermos, na mesma refeição ou no mesmo dia dois alimentos ácidos ou acidificantes eles multiplicam seu efeito acidificante.

ALIMENTOS ALCALINOS OU ALCALINIZANTES
- básicos ou que formam álcalis

Alimentos alcalinizantes são ricos em elementos básicos (alcalinos) e não contêm ácidos. Também não produzem acidez na digestão e demais processos metabólicos. Sempre produzem bases sendo consumidos em pequenas ou grandes quantidades. Essa propriedade é benéfica para todos, pois se processa tanto num metabolismo saudável quanto num metabolismo ácido. As pessoas que sofrem de hiperacidez devem se ater a estes alimentos. É claro que também podem usar alimentos acidificantes necessários ao corpo, mas com moderação.

ALIMENTOS ALCALINOS:
Batata inglesa; verduras verdes: cozidas ou cruas; cenoura; beterraba; banana; amêndoas; castanha do Pará; água mineral alcalina; dolomita; leite de amêndoas e castanha do Pará. 

NÃO ESQUEÇA:
- ALIMENTOS ACIDIFICANTES são, sempre e para todos, produtos de acidez.

- ALIMENTOS ÁCIDOS acidificam ou alcalinizam de acordo com o metabolismo do consumidor.

- ALIMENTOS ALCALINOS produzem bases (álcalis) em todos os usuários.

A saúde só é possível no equilíbrio ácido-básico. Nossa alimentação é por demais acidificante, por isso tantos doentes e tantas doenças.

Fonte: LIVRO: A VIDA CURA A VIDA – PE. PAULO WENDLING

terça-feira

Alimentos sem Glúten


Alimentar-se sem glúten não é difícil e muito menos impossível. Frase que ouvi em uma palestra: 

- É impossível se encontrar um alimento sem glúten e se encontramos é muito caro!
Garanto que mais difícil do que encontrar os alimentos, foi o esforço que fiz para não rir, mas compreendo essas dúvidas. Estamos falando do glúten a bem pouco tempo…
 Alimentos cada vez em maior número são colocados nos supermercados, nicho descoberto em parte a partir do lançamento do meu livro Glúten e Obesidade, a verdade que emagrece em 2006. Não é por acaso que este livro se tornou referência no assunto e é indicado hoje em várias universidades aos alunos de nutrição, assim como sugerido por médicos endocrinologistas. 

Pesquisei e pesquiso e não é pouco, sobre os malefícios do glúten em pessoas que o consomem em demasia. Até então, os intolerantes ao glúten, conhecidos, eram apenas os celíacos, doença que obriga seu portador a nunca consumir o glúten sob pena de ver sua saúde se deteriorar, até mesmo chegando ao óbito. 

Hoje sabemos que existem intolerâncias em vários estágios, provocando reações diversas dependendo de cada caso. Descobrir que o glúten me causava a compulsão alimentar que me manteve obesa por longos anos, foi a melhor coisa que já me aconteceu. Sei o quanto melhorei a saúde e quanto este conhecimento tem sido útil a tanta gente! Mas, por ser um assunto ainda pouco explorado pela mídia, não é difícil encontrarmos pessoas que tenham estas dúvidas quanto aos alimentos. Portanto, embora pareçam dispensáveis alguns itens colocados na lista abaixo, coloquei-os propositadamente, para realmente deixar claro, que ao contrário do que se pensa a maioria dos alimentos Não contém glúten! Sorte a nossa! E se você pensa que terá de abrir mão de pizza e massas, está enganada. Já se encontram em casas de produtos naturais e mesmo em alguns supermercados as massas feitas com farinha de arroz, milho e quinoa! 

Leia abaixo a lista de alimentos sem glúten e saiba que existem muito mais, aproveite que a lei que obriga aos fabricantes colocarem nas embalagens que o alimento contém ou não glúten é respeitada aqui no Brasil e serve de modelo a outros Países, portanto basta ler as embalagens. Afirmo: Se não quiser deixar de consumir totalmente os alimentos com glúten, diminua um pouco o consumo. Sua saúde agradece!


Lista de alimentos SEM GLÚTEN


Frutas
Legumes
Verduras
Farinha de Arroz
Creme de arroz (mesma farinha, vendida em seção de alimentos infantis nos supermercados)
Amido de milho (popular maisena)
Polvilho doce
Polvilho Azedo
Tapioca
Farinha de Mandioca
Fécula de batata
Carnes (frango, peixe, carnes bovinas)
Sal
Açúcar
Chocolate em pó
Cacau (Barras de chocolates e bombons, leia as especificações, alguns contém glúten e outros não).
Gelatinas
Óleos
Manteigas e margarinas em geral
Doces em conservas e em corte
Produtos Prontos em supermercados:
Leia os rótulos existem opções sem glúten em itens como:
Queijos
Requeijão
Yogurtes
Macarrões de arroz, quinoa e milho.
Pães
Biscoitos salgados e doces  (em casas especializadas em alimentos naturais tem mais opções, mas já se encontra em supermercados biscoitos sem glúten).

E muito mais, vocês se surpreenderão com a quantidade de alimentos sem glúten que se encontram à disposição hoje!
Fiquem atentos às especificações dos alimentos, normalmente a frase: Sem Glúten é colocada em destaque. Escolhendo os alimentos sem glúten, mesmo que não estejam fazendo a dieta, melhorarão consideravelmente a qualidade da alimentação.

Regina Racco


Glúten

Glúten vira cola no intestino e provoca diversas complicações


O inimigo de quem busca uma vida saudável está no pão, no bolo ou na cerveja. É o Glúten – uma substância encontrada no trigo, no centeio, na aveia e na cevada. Segundo médicos e especialistas, ao chegar no intestino o glúten transforma-se em uma espécie de cola grudando nas paredes intestinais. Com o passar do tempo, provoca saturação do aparelho digestivo, aumento da gordura na região do abdome, dores articulares, alergias cutâneas e depressão.

Muito desses problemas de saúde são em decorrência na mudança de cardápio dos brasileiros que passaram a comer em excesso alimentos ricos em glúten como pães, biscoitos, macarrão e bolos. Hoje até queijos embutidos vem com a substância. A nutróloga Clara do Brandão, do Ministério da Saúde, alerta para a criação de uma soberania alimentar. “Mandioca, milho e arroz no lugar do trigo importado, que faz tanto mal a saúde”, disse.

O corpo responde de diversas maneiras: obesidade, síndrome de resistência à insulina, deficiência de cálcio, alergias, diarréias e doenças auto-imunes. O nutrólogo João Curvo conta que os chineses consideram o excesso de glúten sinal de má higiene interna já que o metabolismo emperra, favorecendo bactérias que gostam de calor e estagnação.

A dieta sem glúten é moda nas academias pois o emagrecimento e a redução de gordura na área abdominal é comprovada. Muita gente está incluindo na alimentação pães de aipim e de milho, macarrão de arroz e cookies de soja. O nutricionista Leonardo Haus está recomendando a dessensibilização ao glúten. Trata de um período de três meses no qual não se pode comer os quatro cereais que contêm o glúten - trigo, centeio, cevada e aveia. “A idéia é uma reeducação alimentar. Você pode comer um pãozinho mas o excesso pode alterar todo o seu metabolismo, baixar a imunidade do organismo e levar doenças. Mas é bom lembrar que nem todo obeso tem essa intolerância alimentar”, explica.

Intestino sem glúten produz serotonina e gera alegria é a afirmação de especialistas da área nutricional. As dificuldades no começo da dieta podem aparecer por isso uma boa dica para ter o sucesso esperado é a ingestão constante de frutas, que além de leves são nutritivas e de baixa caloria. Outro fator importante é procurar no mercado alimentos produzidos com boa qualidade.

Pessoas alérgicas aos efeitos do glúten estão agindo de maneira mais radical e submetendo-se a colonterapia. Um procedimento de lavagem do intestino grosso que faz circular de 40 a 50 litros de água provocando uma limpeza geral. Um dado interessante: os alimentos em geral levam 18 horas da mastigação até a eliminação pelo reto. Alimento com o glúten leva 26 horas. Consumido em excesso vai retendo cada vez mais toxinas no organismo e promovendo a disbiose, que é a alteração da flora normal, com fermentação e retenção de líquidos. Podendo ocorrer uma série de doenças articulares, auto-imunes e depressão. Depois da colonterapia, o intestino volta a produzir o neurotransmissor da alegria – serotonima.

Ainda existem casos que as pessoas tem uma intolerância genética ao glúten, os celíacos. Pesquisas indicam que um em cada 300 brasileiros são portadores da doença. O diagnóstico é difícil pois é uma doença pouco conhecida no Brasil. Se o glúten é estritamente proibido para os celíacos, as pessoas que não sofrem do problema não precisam ser tão radicais. Comer um pãozinho de vez em quando está liberado.

Problemas relacionados ao consumo de glúten

· Intolerância alimentar: o glúten é uma cola que adere as paredes intestinais e vai bloqueando o funcionamento do intestino. Os primeiros sintomas são intolerância alimentar, desconforto abdominal, gases e retenção de líquidos.
· Obesidade: Com o metabolismo lento não se processa devidamente os alimentos tendo como conseqüência o acúmulo de gordura abdominal.
· Baixa imunidade: afeta o sistema imunológico favorecendo doenças auto-imunes.
· Intoxicação e enxaqueca: o metabolismo estagnado dificulta a eliminação das toxinas elevando o risco de doenças como dores de cabeça e enxaquecas.
· Açúcar: Como o glúten é aliado do açúcar, seqüestrador do cálcio, aumentam os riscos de osteoporose, cáries, ranger de dentes, insônia, hipertensão e colesterol alto.

Fonte: Márcia Cezimbra do O GLOBO.


ATENÇÃO: A responsabilidade deste artigo é exclusiva de seu respectivo autor (fonte). 


quinta-feira

Gordura boa, gordura ruim

Gorduras Saturadas, Monoinsaturadas, Poliinsaturadas, Hidrogenadas, Trans, Ácidos graxos essenciais


Sou um sujeito do século passado e desde a tenra infância ouço notícias assustadoras sobre os malefícios da gordura. Foi com algum assombro que, quando iniciei os estudos em medicina, descobri que viver com gordura pode ser ruim, mas viver sem ela é péssimo. Péssimo não: inviável. 
As gorduras servem de base para a formação de diversos hormônios no seu corpo, inclusive os hormônios sexuais. Alguém completamente livre de colesterol seria tão dinâmico e sedutor quanto uma tartaruga com cãibra. As gordurinhas dão às mulheres aquele tempero que só quem aprecia um bom churrasco na brasa sabe o que é - ou você conhece alguém que vai ao rodízio seduzido pelos alfaces e repolhos? Magra já basta a carteira.

Precisamos das gorduras. Elas são vitais para o bom funcionamento do organismo e dos biquínis no verão. Mas a vida é um prato de conhecimento temperado com equívocos, que os experts comem acompanhada de um vinho chamado Equilíbrio. Por isso, você deve sempre separar o joio do trigo. Melhor dizendo, a gordura boa da gordura ruim.

Os Triglicerídios são a principal forma de gordura que circula no seu corpo e na sua dieta. Além de serem uma excelente fonte de energia, eles permitem que o organismo aproveite com maior eficiência as proteínas e os carboidratos ingeridos. Apesar deste currículo favorável, o excesso de Triglicerídios pode entupir suas artérias e desencadear uma série de doenças cardiovasculares.
Conhecer bem os principais tipos de gorduras deveria ser uma matéria obrigatória nas escolas, faculdades e cursos pré-nupciais - dizem que a melhor maneira de uma mulher perder 90 Kg de gordura inútil é divorciando-se dela... Como você provavelmente perdeu algumas dessas oportunidades, vou lhe dar uma colher de chá. Veja a seguir as principais gorduras que você irá comer hoje e como elas afetarão sua saúde:


Gorduras Saturadas

São as piores. Estas gorduras são sólidas à temperatura ambiente. Aquela gordura de porco assassina que sua avó tinha guardada na cozinha ou a faixa da picanha que causa arrepios nas suas coronárias são bons exemplos. Quando observadas em nível molecular, as gorduras saturadas contém o número máximo possível de átomos de hidrogênio (daí o termo "saturadas"). Se você quer bater o recorde do infarto mais rápido deste lado da Via Láctea, basta levar uma dieta rica em Gorduras Saturadas. 



Gorduras Monoinsaturadas

Em geral líquidas à temperatura ambiente, as gorduras monoinsaturadas reduzem os níveis de colesterol LDL, considerado o colesterol ruim. As Gorduras Monoinsaturadas são o tipo de gordura que você deve adicionar mais à sua dieta. O Azeite de Oliva é representante mais famoso deste grupo. Abacate e amendoim também são alimentos ricos em gorduras monoinsaturadas.


Gorduras Poliinsaturadas

As Poliinsaturadas reduzem tanto o colesterol LDL quanto o colesterol HDL - e isto não é legal. Em última análise, são os níveis de colesterol HDL que determinam seu risco para doenças cardiovasculares: não basta ter baixos níveis de Colesterol Total, você precisa de altos níveis de colesterol HDL para se proteger. Os alimentos ricos em Gorduras Poliinsaturadas incluem os óleos de girassol e de milho.


Gorduras Hidrogenadas

Durante o processo de hidrogenação, as gorduras poliinsaturadas ou monoinsaturadas recebem átomos adicionais de hidrogênio para aumentar seu tempo de vida útil. Este processo industrial transforma as gorduras hidrogenadas em gorduras saturadas - e você ainda se recorda que este é o pior tipo, certo? Quando você se deparar com o rótulo de um produto que diz "contém gorduras hidrogenadas", isto significa que aquele produto contém uma boa quantidade de gorduras saturadas e trans. Saia correndo e lave imediatamente as mãos com água benta.
 
Gorduras Trans

Também chamados Ácidos Graxos Trans, são uma forma de gordura capaz de aumentar os níveis de LDL (colesterol ruim) e reduzir os níveis de HDL (colesterol bom). Ou seja: o pacote completo para desequilibrar sua pressão e aumentar o risco de ter um derrame.

Os ácidos graxos trans sempre estiveram presentes na nossa dieta, mas nunca em níveis tão alarmantes. A Gordura Trans pode ser encontrada em grandes quantidades em margarinas, biscoitos, pacotes de batatinhas fritas, salgadinhos e inúmeros outros alimentos industrializados.

Ácidos graxos essenciais

Existem 2 ácidos graxos essenciais: os famosos Ômega-6 (ácido linoleico) e Ômega-3 (ácido linolênico). Você já deve tê-los visto em propagandas na TV e programas de debate: eles estão onde quer que tenha alguém falando sobre redução do risco para hipertensão arterial, derrame, angina e tromboses. Os Ácidos Graxos Essenciais são um santo remédio para o seu coração.

As principais fontes de Ômega-6 e Ômega-3 incluem peixes, cereais e óleos vegetais (girassol, milho, linhaça, soja e algodão). Os ácidos graxos essenciais também podem ser encontrados na forma de suplementos alimentares ou adicionados a diversos alimentos.



Créditos:
© Dr. Alessandro Loiola
Dr. Alessandro Loiola é médico, escritor, palestrante e autor de Vida e Saúde da Criança e Obesidade Infantil (www.editoranatureza.com.br). Atualmente reside e clinica em Belo Horizonte, Minas Gerais.
 

Oligoelementos

Os Oligoelementos e suas funções no Organismo

· MAGNÉSIO
Oligo elemento de primeira importância, o magnésio age sobre o sistema nervoso centar e o sistema nervoso simpático e também sobre o aparelho muscular; além disso, ele beneficia o equilíbrio do cálcio e intervém na contração normal dos músculos: logo, é indicado para as pessoas que sobrem de perturbações neuropsíquicas e aos deficientes cardíacos. O Mg, além do mais, intervém diretamente na luta contra certos germes infecciosos, em particular o colibacilo e o estafilococo, sobre os quais exerce uma ação lítica; finalmente, em certos casos, ele pode ser indicado nas dores de neurite, nas colites e nas insuficiências hepáticas funcionais.

· MANGANÊS
Este oligo-elemento de propriedades dessensibilizantes é um dos mais úteis para corrigir as disfunções. A eficácia de sua ação atua nos estados alérgicos, em casos de artrose, na fadiga habitual, nas manifestações de ansiedade e na disfunção da tireóide.
É também indicado em caso de atrites dolorosas, de asma, de urticárias, de coriza espasmódica, de febre do feno, de astenia matinal e em certos distúrbios digestivos que atingem sobretudo o estômago e o duodeno. Para reforçar sua ação terapêutica ele é, segundo o caso, associado quer ao cobre, quer ao cobalto.

· COBRE
Sua intervenção catalítica sobre o organismo é indispensável para a fixação do ferro nos glóbulos vermelhos do sangue, donde sua utilidade em caso de anemias e astenias: porém, suas maiores propriedades são a luta contra as inflamações e as infecções.
Associado ao manganês, reforça a ação deste nos estados alérgicos e nos reumatismos inflamatórios, regularizando e estimulando a ação das cápsulas supra-renais: sua prescrição permite ao organismo formar anticorpos e antitoxinas microbianas.

· COBALTO
Esse elemento desempenha uma função importante no metabolismo dos hidratos de carbono e desenvolve um efeito de vasodilatação sobre o sistema arterial, age, portanto, como hipotensor. Além do mais, por sua intervenção reguladora sobre o sistema nervoso simpático, é indicado em todos os tipos de manifestações próprias da disfunção do simpático.
Associado ao manganês, será prescrito na diátese neuroartrítica ou em caso de distúrbios circulatórios periféricos ou coronários.
Esse complexo é, pois, indicado para as cãibras, para o problema de peso nas pernas que se sucede ou não às flebites, assim como para as varizes ou úlceras varicosas.

· PRATA
Esse metal possui uma ação bacteriostática sobre o conjunto das bactérias- evitando sua multiplicação_assim como uma ção mais especificamente bactericida sobre os colibacilos.
Quando empregado sem combinações, esse oligo-elemento é indicado em inúmeros estados infecciosos como gripes, anginas, afecções rinofaringíticas e pulmonares; mas seu poder antimicrobiano aumenta ainda mais na presença do ouro e do cobre.

· OURO
O ourto, de um modo geral, estimula a atividade da célula viva; desmpenha uma importante ação antiinfecciosa, particularmente nas artrites reumatóides; associado ao cobre e à prata, é indicado em todas as manifestaões da diátese "anérgica". Logo, esse complexo age favoravelmente nas pessoas que sofrem de uma diminuição geral da vitalidade e que reagem mal contra as agressões microbianas ou virais.

· LÍTIO:
Esse metal alcalino exerce uma ação sobre o metabolismo da água e, por esse motivo, regulariza a relação sódio-potássio; mas ele age sobretudo sobre o psiquismo, combatendo os estados depressivos, a emotividade excessiva e a insônia.

· ALUMíNIO:
Prescrito sob forma de oligo-elemento é indicado sempre que houver uma baixa da vitalidade nervosa e cerebral, fadiga intelectual, retardo do desenvolvimento cerebral da criança: por fim, o alumínio age como regularizador do sono, sem ter, contudo, efeitos hipnóticos ou depressivos como acontece com os soníferos comuns."
OBS: Desconheço as normas a respeito dos oligo elementos, mas creio que somente um profissional no ramo poderá receitá-los separadamente para casos específicos. Fico com o conhecimento destes no que desrespeito a terapia floral e algum conhecimento relativo a botânica e fitoterapia que todo terapeuta floral deve possuir.
Este material deve servir para todos os que lêem com responsabilidade, pois estes oligo elementos fazem parte da vida, das nossas vidas, dos nossos alimento e de objetos mesmo que usamos no nosso dia à dia. Isolados é que eles,elementos, fazem parte da Oligoterapia propriamente dita.

MINERAIS
São elementos inorgânicos necessários ao organismo , para atuar como catalisadores ( aceleradores ) nas reações bioquímicas. Portanto , assim como as vitaminas , funcionam como coenzimas ( catalisadores ) possibilitando que o corpo realize rápida e precisamente suas atividades. São necessárias à composição adequada dos fluidos corporais , formação do sangue e ossos e manutenção da saúde do sistema nervoso. Os minerais são elementos que ocorrem naturalmente , encontrados na terra. As formações rochosas são feitas de sais minerais. Em milhões de anos de erosão , as rochas e pedras vão sendo quebrados em pequenos fragmentos , pó e areia vão sendo acumulados e forma-se a base do solo . Além desses ínfimos cristais de sais minerais , o solo está repleto de micróbios que os utilizam . Os minerais são então passados do solo às plan-tas , que são consumidas por animais herbívoros . O homem , por sua vez , obtém esses minerais utilizados pelo organismo ao consumir essas plantas ou animais herbívoros.

A importância dos minerais para o nosso organismo constitui ponto pacífico e sem discussão para a ciência médica .
Alguns são necessários em quantidades maiores - os macrominerais - Eles são requeridos em quantidades de 100 mg ou mais por dia .

Macrominerais

Cálcio
Fósforo
Sódio
Potássio
Magnésio.
Cloro .
Enxofre .

Outros são indispensáveis para o organismo, porém em quantidades bem menores -
os oligoelementos - Somente poucos miligramas ou traços são necessários diariamente . São também conhecidos como “elementos traço” .

Oligoelementos

Cobalto
Cobre
Cromo
Estanho
Ferro
Flúor
Iodo
Manganês
Molibdênio
Selênio
Silício
Vanádio
Zinco
Outro grupo, os minerais possivelmente essenciais, encontra-se sob constante investigação cientifica para identificação de suas funções biológicas :
Boro
Estrôncio
Germânico
Lítio
Níquel
Rubídio
Vanádio.

Vários desses possivelmente essenciais já foram associados com funções definidas , como é o caso do Boro na formação óssea , o Vanádio no metabolismo lipídico e glicídico , o Estrôncio na formação da matriz óssea .
Citarei a seguir , sucintamente , algumas funções dos minerais :

Cálcio -
Importante para condução de estímulos nervosos
Contração dos músculos
Contrôle da frequência cardíaca
Em excesso pode provocar cálculos renais ou piorar a tensão pré-menstrual .
Café e comidas muito salgadas aumentam a perda de cálcio pela urina .
pelo decréscimo da secreção gástrica de ácido clorídrico .

Fontes : sardinha , siri , e salmão ( com esqueleto ) , legumes , nozes , verdura , gema de ôvo , fígado , leite e derivados .

Magnésio -

Dificulta a formação de cálculos renais
Em grande quantidade é laxante
Promove o relaxamento muscular em repouso
Sua deficiência causa insônia , nervosismo , depressão , fraqueza muscular .
No meio extracelular das células nervosas , o cálcio faz o papel de estimulador enquanto o magnésio , o de relaxador .

Sódio -
Seu excesso pode causar inchaço , pressão alta , falta de potássio , problemas renais e cardíacos .
Está presente em todos os alimentos .
Uma colherzinha de chá de sal de cozinha ( cloreto de sódio ) contém 2 gramas de sódio.
Recomenda-se para quem não tem problema de hipertensão + ou - 5 gramas por dia .

Potássio -
Participa da contração muscular , condução nervosa , batimentos cardíacos , produção de energia e sintese de proteínas .
Alimentos ricos em potássio combatem a pressão alta .
Melhora o desempenho de atletas .
O potássio trabalha com o magnésio como um relaxante muscular em oposição ao cálcio que causa a irritação e contração muscular .
O potássio extracelular afeta os músculos estriados e pode causar paralisia quando em excesso .

Ferro -
É o mineral mais importante no processo de produção de energia no organismo . Enzimas ricas em ferro participam do processo de queima de açúcar .
Alimentos ricos em ferro : melado , ovos , vísceras , frango , germe de terigo , fígado .

Fósforo -
Participa da produção e armazenamento de energia , transmissão de informações biológicas , contração cardíaca .
Em atletas aumenta a resistência e combate a fadiga .

Cobre -
Também faz parte da hemoglobina ( responsável pelo transporte de oxigênio no organismo ) . Em excesso estimula o efeito dos Radicais Livres podendo induzir o câncer.

Zinco -
Principal protetor de sistema de defesa do organismo . Com a idade o zinco vai diminuindo . Aumenta a potencia sexual masculina e a libido ( desejo sexual ) . Participa da formação da insulina .

Boro -
É importante para a prevenção e tratamento da osteoporose na menopausa . Auxilia o desenvolvimento da musculatura . Parece ser útil na artrite .

Cromo -
É considerado o mineral-traço ( ou oligoelemento ) mais importante para evitar a intolerância à glicose ( hipoglicemia , hiperglicemia ou diabetes ) .

Mânganes -
Importante eliminador de Radicais Livres .
Sua deficiência está relacionada com a fragilidade dos ossos , problemas cardíacos , arritmias cardíacas , diminuição da produção de insulina .

Selênio -
Sua deficiência leva à catarata , distrofia muscular , depressão , necrose de fígado , infertilidade , doenças cardíacas e câncer . É um excelente antioxidante pois tem a capacidade de eliminar o peróxido de hidrogênio dos tecidos e de proteger os eritrócitos do acúmulo do mesmo .

Flúor -
Combate as cáries . Também ajuda no combate à osteoporose ( fluoreto ) .

Enxôfre -
É componente das vitaminas do complexo B .Não há descrições específicas sobre sua deficiência ou sobre seu excesso .

Iodo -
É o componente básico dos hormônios da tireóide .
A deficiência de iodo no período fetal ou no recém-nascido pode causar cretinismo . A deficiência em crianças e adultos resulta em bócio ( aumento da tireóide para poder compensar a falta de iodo ) . Iodo em excesso pode resultar em bócio tóxico (aumento da tireóide devido ao hipertireoidismo) .
Fontes : Sal iodado , Alimentos marinhos , Aditivos alimentares .

Molibdênio -
Participa na formação óssea . crescimento e metabolismo .
Excesso de molibdênio parece interferir com o metabolismo do cobre .
Fontes : Grãos integrais , frutas e vegetais .

Selênio -
É importante porque é um componente da enzima que protege os glóbulos vermelhos do sangue contra a destruição .
O selênio pode substituir parte da vitamina E , necessária para a antioxidação .
Fontes : Carnes , Alimentos marinhos grãos .

Cobalto -
Componente da vitamina B12 . Esta vitamina é a única fonte nutricional conhecida deste micromineral .
Fontes : Vísceras .

Vanádio -
Mineral que recentemente foi aceito como necessário ao ser humano , está envolvido com o metabolismo dos carbohidratos , especialmente da glicose . Estudos demonstraram que a ausência do mineral na dieta provoca problemas com o crescimento e na reprodução .

São quatro os pontos tratados pela Terapia Ortomolecular (Oligoterapia)
Ø Repor substancias que faltam, no organismo;
Ø Eliminação de substancias toxinas:
Ø Auto da concentração de determinadas substancias;
Ø Combater o excesso de radicais livres.

E o Radicais Livres o que são? São moléculas que apresentam um numero número impar de elétrons em sua órbita externa, ou melhor, um elétron desemparelhado. A instabilidade faz com que as moléculas removam elétrons de outras substancias a fim de se estabilizarem, mas causando com isso uma reação em cadeia, e isso prejudica diversas estruturas celulares, identificada na OXIDOLOGIA como Estresse Oxidativo, que se manifesta no individuo na forma de estresse químico, emocional, físico e infeccioso e por conseguinte aumenta o risco do individuo adquirir mais doenças.

Onde buscar Nutrientes na Alimentação

Cálcio: agrião, brócolis, beterraba, limão, laranja, cenoura, acelga, salsicha, amêndoas, nozes, levedo de cerveja, algas marinhas, sardinha e salmão.

Enxofre: agrião, repolho, brócolis, couve flor, maçã, alface, alho e cebola.

Cobre: cenoura, alface, acelga, ostra, beterraba, e maçã.

Ferro: carnes vermelhas, mexilhões, e amêndoas.

Fósforo: nozes, avelãs, salsicha, couve flor, maçã, laranja e peixe.

Iodo: rabanete,, cebola, algas, e frutos do mar.

Magnésio: brócolis, cenoura, maçã, uva, laranja, repolho, beterraba, banana, amêndoas, nozes, fígado, vegetais verdes escuros e dente de leão.

Potássio: salsicha, salsão, cenoura, agrião, banana, frutas cítricas.

Silício: morango, maçã, alface, cenoura, castanha do Pará, amêndoas, banana e pimentão.

Selênio: castanha do Pará, repolho, brócolis, salsicha, salsão, cenoura, frutos do mar.

Sódio orgânico: salsão, cenoura, beterraba, alcachofra.

Manganês: uva passas, abacaxi, beterraba, repolho e nozes.

Zinco: camarão, ostras, sardinha, semente de abóbora, e sardinha.

Molibdênio: verduras verdes e escuras, principalmente escarola.

Flúor: frutos do mar.

Cobalto: mexilhões e carnes.

Cromo: levedo de cerveja, mexilhões, banana, maçã e alface.

Vanádio: peixes de água marinhos profundas, (arenque, cavalinha, salmão atum e sardinha).

sábado

Dieta da “Comida Crua”

Crudivorismo - Dieta da “Comida Crua” pode conduzir a falhas de Nutrição



O “Movimento dos Alimentos Crus”, ou crudivorismo, está a ganhar cada vez mais adeptos, mas existem muitos alimentos, como os tomates, que possuem mais benefícios nutricionais quando são cozinhados.

A Dieta da Comida Crua está a ganhar interesse, já que os seus defensores afirmam que pode aumentar os níveis de energia e prevenir certas doenças. Os seguidores deste tipo de alimentação optam por alimentos crus e não processados, como frutas, vegetais e legumes, frutos secos, ervas e leguminosas. Os crudivoristas também excluem qualquer alimento de origem animal, carne, peixe, aves, lacticínios e ovos.

“Pode ser comida que preenche e muito deliciosa,” diz Adrea Giancoli, nutricionista profissional e porta voz da Associação Dietética dos Estados Unidos. Infelizmente, você pode ter algumas falhas de nutrição e de alimentação saudável se eliminar alguns alimentos e consumir apenas comida crua, como recomendam os crudivoristas, diz esta especialista em nutrição.

“Se você começar a retirar elementos da sua dieta, vai sofrer várias deficiências,” diz Dawn Jackson Blatner, dietista profissional. A sua principal preocupação é que este tipo de dieta pode tornar extremamente difícil a ingestão de quantidades suficientes de cálcio, vitamina D, vitamina B12, ferro, zinco e proteínas: nutrientes que existem em maior abundância em alimentos de origem animal.

“Caso decida seguir este tipo de dieta de alimentos crus, deverá pedir aconselhamento a um profissional de saúde, de preferência um especialista em nutrição,” diz Blatner.

Os seguidores do crudivorismo recomendam que se deve comer alimentos não cozinhados para prevenir que as enzimas naturais dos alimentos sejam destruídas. Os nutricionistas não pensam desta forma.

“Temos as nossas próprias enzimas. O nosso estômago é muito ácido. Muitas das enzimas de origem vegetal não passariam do estômago,” afirma Giancoli.

Alguns nutrientes tornam-se mais disponíveis para o corpo quando a comida é cozinhada – por exemplo, os carotenóides, substâncias benéficas que dão às cenouras, por exemplo, a sua cor distinta. Da mesma forma, o corpo humano consegue mais vantagens do licopeno proveniente um tomate cozinhado do que de um cru.

Fonte: CTW
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quinta-feira

Malefícios Causados pelas Frituras

Todas as pessoas já ouviram falar em algum momento da vida que as frituras não fazem bem ao organismo humano. Apesar disso, muitas insistem em consumir frituras regularmente talvez por não saber quais são exatamente os vários maléficos  que o consumo pode trazer ao funcionamento saudável de seu corpo.

  Riscos dos Alimentos Fritos

Quando  a comida é colocada no óleo muito quente, já em estado de ebulição, ele possui a propriedade de alterar as estruturas orgânicas e químicas do alimento que fica sob ele. As  pessoas que baseiam sua dieta em frituras onde os alimentos estão cheios de óleos ao invés de se alimentarem de cereais integrais,  frutas e hortaliças, enfim uma alimentação mais natural, correm o risco de ocasionar várias complicações no seu organismo em virtude da ação do óleo quente fritando os alimentos que serão consumidos. Com o calor resultante do aquecimento os importantes componentes de gorduras e óleos, os triglicerídios são desmembrados em ácidos graxos e glicerol.

Pela ação contínua do calor o glicerol  acaba provocando a desidratação molecular. É aí que está o perigo que foi mencionado no início desse artigo. Com a desidratação, que é o processo de perda de água, é formada uma substância denominada acroleína, que de acordo com pesquisas realizadas apresenta um potencial altamente cancerígeno. A ação da acroleína é caracterizada pela destruição de fibras elásticas do corpo humano, além de provocar a irritação das mucosas nasais e gástricas.

No entanto, o maior  malefício que essa substância causa no organismo é sobre as paredes arteriais, já que as fibras elásticas responsáveis pela rigidez e elasticidade da parede são literalmente destruídas pela acroleína.

Consequências da Ação da Acroleína

Como resultado da ação da acroleína que destrói a firmeza e elasticidade da parede arterial, ocorre o envelhecimento e a degeneração precoce  já que as artérias funcionam  no organismo humano como o conduto do sangue que é o líquido da vida, atuando como se fossem um outro coração que a pessoa possui pois impulsionam o sangue através da propriedade de elasticidade que são inerentes às artérias. No entanto, com a destruição das fibras elásticas da parede arterial essa capacidade de impulsionar o líquido sanguíneo é reduzida gradativamente.

Quando ocorre o comprometimento em seu funcionamento o corpo sofre as consequências em seu aspecto global, pois devido ao fornecimento insuficiente do sangue é criada uma situação que favores a degeneração do organismo, reduzindo a vitalidade do indivíduo e consequentemente seu tempo de vida. Outro resultado extremamente maléfico da acroleína em relação à saúde da pessoa  além de causar danos às artérias é provocar a aceleração do envelhecimento com o enrugamento da pele.

De acordo com os especialistas quando o indivíduo não tem por hábito consumir frituras, elas podem conservar a pele mais jovem  por mais tempo do que as outras que consomem alimentos fritos com regularidade.

Para aquelas pessoas que costumam reutilizar óleo da fritura, sob o pretexto de economizar mais, aí vai uma orientação: O óleo que é aquecido por várias vezes apresenta um efeito ainda mais prejudicial ao organismo da pessoa, pois tanto a decomposição da gordura quanto a formação da acroleína ficam muito mais acentuadas.

Relação entre Hábitos Alimentares Inadequados e Doenças

Os pesquisadores comprovaram através de estudos científicos que a ingestão regular de laticínios em geral, alimentos gordurosos e carne vermelha  tem uma associação direta com a incidência dos tumores de mama, intestino e próstata. Um exemplo são os Estados Unidos que é um país conhecido pelo alto índice de obesidade pela ingestão em excesso de alimentos com gordura onde o número de indivíduos com câncer de próstata é muito alto.

A grande concentração de gordura nos alimentos aumenta  o surgimento de câncer, e alimentos como leite e derivados e carnes vermelhas tem a propriedade de ativar a testosterona que é um hormônio que se produzido em grande quantidade  pode intensificar a fabricação de células prostáticas que aumentam o perigo do aparecimento do câncer. De acordo  com dados estatísticos levantados, o tumor de mama nas mulheres em sua grande maioria ocorre devido a hábitos alimentares inadequados.

Por isso os especialistas estão sempre orientando que para se manter uma boa qualidade de vida  e prevenir o risco de doenças,  as pessoas de um modo geral devem evitar consumir alimentos ricos em gordura, ter um vida sedentária ou manter-se com excesso de peso corporal, tendendo à obesidade, além de excluir se possível da dieta alimentar as frituras que como foi visto causam graves malefícios à saúde dos indivíduos.

Por Salete Dias

quarta-feira

Alimentação

Avena para controlar el colesterol y la diabetes

La avena es un cereal muy rico en hidratos de carbono que son absorbidos por nuestro organismo lentamente. Esto la convierte en un excelente alimento capaz de eliminar los estados de hambre durante mucho más tiempo, sin caer en la necesidad de estar comiendo constantemente.

A su vez dada esta característica es muy favorable en aquellas mujeres que tienen este tipo de síntomas durante el período premenstrual, haciendo que de alguna manera se elimine la posibilidad de consumir otro tipo de alimentos y caer en excesos como las golosinas y los dulces.

Por otra parte este tipo de absorción lenta le permite al organismo manejar mucho menor los controles de niveles de azúcares, lo que determina que es un excelente cereal para ser consumido por aquellas personas que padecen de diabetes, si correr el riesgo de aumentos muy grandes en los niveles de glucosa, hay algunos médicos que sostienen que consumiendo una buena parte de harina de avena, se puede llegar a sustituir parte, o bajar la dosis de insulina que el paciente diabético necesita.

Es un alimento muy rico en fibras, lo que lo convierte en un cereal útil, para ayudar a combatir el estreñimiento, mejorar la flora intestinal, y dada la presencia de fibra, ayuda a bajar los niveles de colesterol malo, aumentando el bueno y reduciendo a su vez los triglicéridos. Además de la fibra soluble que posee la avena encontramos en ella presencia de ácidos esenciales omega 6,vitaminas del complejo B, hierro calcio, zinc, sílice, yodo y fósforo. Lo que lo transforman en un cereal sumamente completo y beneficiosos para la salud.

quinta-feira

Frutose não é açucar das frutas


Texto de Luiz Eduardo Carvalho
Professor da Faculdade de Farmácia da UFRJ

Foi na escola que eu (des)aprendi isso. Imagino que você também. A professora colocou na lousa: “Sacarose é açúcar de cana. Lactose é açúcar do leite. E Frutose é o açúcar das… “. Parece lógico. Frutose… só pode ser açúcar de frutas. Mas está errado. Aliás, duplamente errado. Dois erros: as frutas contém sim frutose, mas contém muitos outros açúcares, inclusive em quantidades bem superiores, inclusive glicose e sacarose. E, além disso, a frutose que é vendida purificada, isolada, em pó, nas farmácias brasileiras, essa é feita é de milho mesmo.

Doçura & Calorias
Frutose, é verdade, é bem mais doce que o açúcar comum, a sacarose. Alguma coisa em torno de 33% mais doce. No entanto, fornece as mesmas calorias em cada grama. Ou seja, cada grama de frutose, ou de sacarose, tanto faz, fornece as mesmas 4 kcal.
Frutose engorda igualzinho à sacarose. O que a favorece, para quem se preocupa com o peso do corpo, é que, sendo uns 33% mais doce, basta colocar, no café, 25% menos do que se colocaria, normalmente, de sacarose. Assim, adoçando com frutose, é possí-vel ingerir 25% menos calorias. Pode ser aritmeticamente atraente. Contudo, não vai garantir emagrecimento não, a menos que muitas outras dolorosas e amargas provi-dências dietéticas sejam adotadas simultâneamente. Mas isso já é outro assunto. Vol-temos à frutose…

Diabéticos
Diabéticos não devem ingerir açúcares de rápida absorção pelo intestino, que demande insulina imediata, como é o caso da sacarose. Os EEUU têm defendido, junto à Orga-nização Mundial da Saúde (OMS), que a frutose pode sim ser ingerida por diabéticos, sem riscos. Não deve ser mera coincidência o fato dos EEUU serem donos da patente da fabricação industrial da frutose (que não é extraída de frutas, mas sim feita de milho).
A pretensão norte-americana é firmemente combatida pelos países europeus, princi-palmente pelos escandinavos que, vale ressaltar, são, por sua vez, os detentores das patentes de fabricação de xilitol, sorbitol e manitol. Ou seja, de substâncias também usadas como adoçantes em produtos para dietas de diabéticos.
Os EEUU rebatem, afirmando que esses adoçantes escandinavos são laxantes, o que é também verdade. E a polêmica, onde o interesse comercial parece moldar o argumento científico, continua.

O nome das coisas
A glicose é também conhecida como dextrose. Principalmente nos livros acadêmicos de Food Science. Ali, a frutose tende a perder esse nominho associado com frutas. Ali, a nomenclatura que emerge é levulose.
Como bem sabemos, as coisas, as substâncias, os eventos, e mesmo as pessoas, eles não têm nome. O nome é uma coisa inventada pelo cérebro humano. O nome não é exatamente a coisa. O nome, muitas vezes, é menor que a coisa. E a coisa deixa de ser a coisa para ser o nome. Temos aqui mais um exemplo desse fenômeno.
A frutose é encontrada sim nas frutas e no mel. E a lactose é encontrada no leite. Mas nem todo açúcar de frutas é frutose. E nenhuma frutose disponível no mercado parece extraída do mel ou sequer de frutas, mas apenas do milho, apesar das informações difusas nos rótulos laterais desses produtos.

Milho, milho
Imagine o milho. Ele vira fubá. O fubá tem amido. Mas tem também fibras e algo em torno de 10% de proteínas. Então esse fubá é refinado, para chegarmos ao amido. Pronto. Esse produto todo mundo conhece. Ele está no mercado. E seu nome já não é exatamente amido de milho, sendo popularmente conhecido por Maizena.
O amido, quimicamente, é apenas uma longa cadeia de moléculas de glicose. Então, esse mesmo fabricante pega esse amido refinado e, com ácido clorídrico, pressão e calor, quebra essa longa cadeia, formando um xarope contendo essas moléculas de glicose. Parece complicado. Pode parecer estranho. Mas não. Em verdade, estamos falando de uma coisinha muito familiar: esse xarope está no supermercado, dentro de uma garrafa, parecendo mel, e rotulado como Karo.
Desse xarope de glicose, a indústria, por novos processos químicos ou enzimáticos, chega enfim à frutose. Ou seja, a frutose é feita, industrialmente, da glicose, que é feita do amido, que é tirado do fubá, que um dia foi milho. Nada a ver com as cerejas e o mel que os fabricantes de frutose colocam coloridamente em seus rótulos.