Preste Atenção:





'' Este Blog não responde a perguntas sobre saúde na caixa dos comentários - não sou Médica -. É apenas um divulgador de informação. As fontes dos textos, tais como os autores que os escreveram, estão inseridos em cada postagem - source -. Muitos assuntos serão repetidos vezes sem conta em estilos diferentes. Tudo isto tem como propósito um estudo mais aprofundado e uma tomada de consciência mais alargada. Para encontrar o assunto de seu interesse, busque em etiquetas.''


segunda-feira

Cistite: Tratamentos e Causas

Para ler mais e, dentro do mesmo assunto e com mais informações neste blogue: CLIQUE 

Clique

A cistite é uma infecção bacteriana da bexiga, que se caracteriza por uma necessidade urgente de urinar. As bactérias patogénicas acumulam-se em quantidade excessiva na urina e causam uma disfunção das paredes da bexiga. Os sintomas da cistite são dores no abdómen e no fundo das costas, micções frequentes e dolorosas, sangue ou pus na urina e febre.

As infecções da bexiga são muito mais frequentes nas mulheres do que nos homens, em virtude da sua anatomia. Nos homens, uma infecção urinária pode ser sinal de um problema mais grave como a prostatite.

Causas da Cistite

As bactérias migram para a uretra e para a bexiga. Há vários factores que podem contribuir para o aparecimento de Cistite:

  •     Limpar os órgãos genitais de trás para a frente.
  •     As vaginites e as infecções micóticas.
  •     As relações sexuais.
  •     A utilização de um diafragma.
  •     As alergias alimentares.
  •     Os medicamentos e a radioterapia.
  •     A irritação causada por instrumentos clínicos de diagnóstico.
  •     As consequências de um cateterismo.

Tratamentos Cistite

Antibióticos.


Problemas nos Tratamentos Cistite

Embora os antibióticos aliviem a infecção, não tratam a causa. Ora, a cistite é muitas vezes recidivante. Os antibióticos favorecem as infecções micóticas e agravam o problema.

Remédios Naturais e Alimentação Cistite

  •     O espargo estimula a função renal.
  •     O sumo de cereja ajuda a aliviar as infecções e diminui a frequência das micções.
  •     O sumo de arando. (Comprado numa loja de produtos naturais. As marcas comerciais contêm demasiado açúcar). O arando contém ácido quínico e ácido benzóico, assim como substâncias bacteriostáticas que passam para os rins e para o sistema urinário sem serem alteradas. O sumo de arando aumenta a acidez da urina, criando um ambiente pouco propício à proliferação das bactérias patogénicas.
  •     O pepino, o espargo, a salsa, a melancia e o agrião estimulam a função renal e ajudam a eliminar as impurezas e a limpar o sistema.

Evite a cafeína, o álcool, as especiarias e as bebidas gaseificadas. Beba água destilada a vapor, na dose de 8 a 10 copos por dia.

Suplementos para ajudar no Tratamento Cistite

  •     A vitamina C, na dose de 1000 mg 4 vezes por dia, actua como diurético.
  •     A vitamina B6, na dose de 100 mg 3 vezes por dia, actua como diurético.
  •     O picolinato de zinco, na dose de 50 mg 2 vezes por dia, contra as infecções.
  •     A vitamina A, beta-caroteno, na dose de 25 000 U.I. 2 vezes por dia.
  •     A vitamina A, óleo de peixe, na dose de 25 000 U.I. 2 vezes por dia.
  •     A acidofila revestida, na dose de uma cápsula de gel 3 vezes por dia antes das refeições.

Plantas tratamento Cistite

  •     As barbas de milho expulsam as bactérias da bexiga e diminuem os espasmos.
  •     As bagas de zimbro ajudam a restaurar a função renal.
  •     A raiz de malvaísco torna a urina mais ácida e inibe o desenvolvimento das bactérias.
  •     O chá de dente-de-leão ajuda a aliviar as dores na bexiga.
  •     O escalracho tem um efeito benéfico no sistema urinário.
  •     A uva-ursina fortalece e tonifica as vias urinárias.

  • O GABA (ácido gama-aminobutírico), na dose de 500 mg 2 vezes por dia, inibe a resposta dos músculos lisos do sistema genitourinário.
Dicas em caso de Cistite

  •     Urine quando sentir necessidade, caso contrário aumenta os riscos de infecção urinária.
  •     Limpe os órgãos genitais da frente para trás para evitar a contaminação.
  •     Use roupas interiores de algodão.
  •     As mulheres devem beber água e urinar antes e depois das relações sexuais.

Recomenda-se às mulheres que utilizam um diafragma e que sofrem de infecções urinárias frequentes, como a cistite, que consultem o seu ginecologista relativamente a outros métodos de contracepção.


Articulações; Ossos

Como tratar dores nas articulações

As dores nas articulações têm múltiplas cau­sas, pois pode tratar-se de uma afecção das articulações em si, dos respectivos músculos devido a uma tensão dolorosa, ou dos ner­vos. Por vezes, as dores são tão intensas que mal permitem, ou não permitem de todo, o movimento das articulações.

Entre as possíveis causas encontram-se o desgaste da camada de cartilagem (artrose), a inflamação da ar­ticulação (artrite, o mais frequente em caso de reumatismo), bem como inflamações das bainhas tendinosas ou das bolsas sinoviais de­vido a sobrecarga. Se houver demasiado ácido úrico no sangue, surgem ataques de gota.

O motivo mais comum das dores nas arti­culações é o seu desgaste – a artrose. Apro­ximadamente 50% dos adultos padece deste problema. Produz-se quando a superfície da cartilagem fica áspera, diminuindo assim a mobilidade da articulação e produzindo os primeiros transtornos. Às vezes, também se desprendem camadas de células próprias da articulação, o que aumenta ainda mais a fric­ção, surgindo inflamações com frequência. Afecta muitas vezes as articulações da anca e do joelho, que são as que têm de suportar maiores cargas. A causa mais comum é o excesso de peso.

Quando uma articulação está inflamada, so­breaquece e incha, fala-se de artrite. Este tipo de inflamação é muito doloroso. As inflamações em diferentes articulações ou nos músculos e nos tendões são típicas do reumatismo.
Como tratar dores nas articulações

No caso de padecer de dores nas articula­ções, deve evitar carregar pesos excessivos. Isso significa tentar aproximar-se sempre que possível do peso normal através de uma alimentação equilibrada, evitar ajoelhar-se, pôr-se de cócoras ou permanecer de pé du­rante muito tempo, e tratar das articulações. Isto não significa que tenha de deixar de realizar actividades. Muito pelo contrário, só tem de procurar que os movimentos não impliquem uma carga excessiva. Nadar é um exercício ideal, dado que é possível mover as articulações na água sem as sobrecarregar. Nos estádios iniciais também é adequado andar de bicicleta.


Óleos essenciais curativos de dores nas articulações

Em princípio, recomenda-se o uso de óleos essenciais, mas há que ter em conta alguns efeitos secundários.
  •     Os óleos de terebintina e os de canela podem provocar alergia ao contacto. 0 mesmo pode ocorrer quando os óleos não foram preparados adequadamente ou permaneceram armazenados durante muito tempo.
  •     Em particular, os óleos de citronela, erva-de-são-joão ou bergamota têm um elevado conteúdo de substâncias que podem provocar um aumento da sensibilidade da pele à luz.
  •     Se se usar durante muito tempo uma dose elevada do óleo essencial de junípero, as camadas superficiais da pele podem escamar.

A toma de complementos dietéticos com­binada com sulfato de glucosamina e con-droitina deu excelentes resultados para a prevenção e melhoria da artrose – além de uma alimentação básica suficiente. Dado que ficou provada, em muitos casos, a eficá­cia destes produtos combinados, existe uma ampla procura mundial dos mesmos. Infe­lizmente, há fabricantes que aproveitam a conjectura e vendem preparados com uma dosagem demasiado baixa.

Os produtos de qualidade contêm compo­nentes de cartilagem biocompatíveis e, por­tanto, assimiláveis pelo organismo. A dosa­gem média diária recomendada é de 1200 mg de sulfato de glucosamina e 200 mg de sul­fato de condroitina. Antes de adquirir estes preparados, é imprescindível garantir que se trata de produtos eficazes, elaborados por fabricantes de confiança.

Os processos inflamatórios do reumatismo nas articulações, nos quais intervêm molécu­las de oxigénio nocivas – os chamados radi­cais livres -, em geral podem ser melhorados através de antioxidantes, entre os quais a vitamina E natural, que se administrará em doses elevadas (de 600 a 800 mg diários du­rante, pelo menos, dez dias) e a vitamina C. O antioxidante mais potente que se conhece actualmente chama-se OPC. To-lera-se muito bem e é aconselhável, entre outras coisas, para prevenir inflamações. Os preparados de enzimas possuem efeitos anti-inflamatórios e antiedemas. Este tipo de preparados contém tripsina, quimotripsina, bromelaína, papaína ou pancreatina.

Como acalmar dores nas articulações
Para acalmar as dores nas articulações e melhorar a mobili­dade, pode aplicar-se uma série de tratamen­tos à base de água e calor, bem como medi­camentos fitoterapêuticos, de síntese química ou homeopáticos.

Schizophrenia

Schizophrenia Genetic Networks Identified; Connection to Autism Found
(source)
Although schizophrenia is highly genetic in origin, the genes involved in the disorder have been difficult to identify. In the past few years, researchers have implicated several genes, but it is unclear how they act to produce the disorder. A new study by researchers at Columbia University Medical Center identifies affected gene networks and provides insight into the molecular causes of the disease.

    The paper was published in the online edition of the journal Nature Neuroscience.
(source)

    Using an unbiased collection of hundreds of mutations associated with schizophrenia, the Columbia researchers applied a sophisticated computational approach to uncover hidden relationships among seemingly unrelated genes. The analysis revealed that many of the genes mutated in schizophrenia are organized into two main networks, which take part in a few key processes, including axon guidance, synapse function, neuron mobility, and chromosomal modification.

    The study also uncovered an intriguing connection between schizophrenia and autism. “If we hadn’t known that these were two different diseases, and had put all the mutations into a single analysis, it would have come up with very similar networks,” said the study’s senior author, Dennis Vitkup, PhD, associate professor in the Department of Biomedical Informatics, the Center for Computational Biology and Bioinformatics, and the Columbia Initiative in Systems Biology at Columbia University Medical Center. “It shows how closely the autism and schizophrenia genetic networks are intertwined,” he added.

(SOURCE)